Contratar psicólogos, abrir gabinetes, criar linhas de apoio, formar estudantes e lançar programas de prevenção. Foi isso que o Programa para a Promoção da Saúde Mental no Ensino Superior permitiu fazer nos últimos três anos. Mas a iniciativa termina esta semana sem que exista ainda uma decisão sobre a sua continuidade e algumas instituições já se preparam para perder parte dos profissionais e respostas entretanto criadas